O Arcangelismo não é religião e não é ocultismo.

O Arcangelismo pode ser definido como a ética espiritual do novo milênio.

Ele é uma filosofia de vida, um jeito de ser e de estar no mundo.

Uma forma de definir um propósito pessoal e ao mesmo tempo coletivo, de entender os princípios energéticos e espirituais que regem nossas vidas, nossas relações interpessoais, nossas relações com a natureza e com o planeta, independentemente da religião que sigamos.

E porque eles se baseiam no desenvolvimento da supraconsciência humana, o Arcangelismo propõe uma vida espiritual descomplicada, baseada em dois Fundamentos e sete Princípios:

O primeiro fundamento é o da capacidade individual, pelo qual acreditamos que ”cada um de nós foi criado com uma missão”, portanto, nós podemos e devemos desenvolver as capacidades individuais necessárias para nos conectarmos ao Plano Superior.

O segundo fundamento é o da ressonância coletiva, pelo qual acreditamos que “somos centelhas individuais provenientes de um grande foco de luz coletivo”, assim, apesar de termos nossa individualidade, também fazemos parte de um todo psíquico-energético humano, ao qual devemos respeitar e contribuir, já que tudo o que fazemos ressona tanto no nosso universo individual, quanto no universo coletivo.

Os Sete Princípios que observamos são:

Responsabilidade

Instrução

Solidariedade

Universalismo

Honra

Fraternidade

Liberdade

Por meio das informações passadas pelos mestres espirituais, nós sabemos que existem espiritualistas, esotéricos, umbandistas, espíritas, católicos, evangélicos, budistas, ecologistas, ativistas de direitos humanos, agentes da saúde, da educação, da segurança, empresários e trabalhadores, enfim, milhares de pessoas que já estão atuando em sintonia com esses fundamentos e princípios do Arcangelismo, ainda que sem saber, realizando sua parte para tornar-se mais auto-consciente e consciente do que está ao seu redor.

Fonte.: Daniel Souza – O Arcangelismo – Ética Espiritual do Novo Milênio